segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Liderança

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Nessa postagem vamos abordar o tema liderança. 
Liderança é a influência interpessoal exercida numa situação e dirigida através do processo de comunicação humano à consecução de um ou diversos objetivos específicos. É sempre bom lembrar que liderança é diferente de autoridade!

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A liderança ocorre quando o subordinado se deixa influenciar porque acredita ou precisa do líder. Há identidade que gera motivação no grupo. Já na autoridade formal, o subordinado se deixa influenciar devido à posição do cargo e não à pessoa que o ocupa.



O líder é capaz de viabilizar grandes realizações por meio da sua equipe, compreende e explora o que há de melhor em cada indivíduo do seu grupo e auxilia-os a alcançar seus objetivos pessoais e profissionais.

A liderança está intimamente relacionada com o trabalho em equipe. Os membros estarão integrados desde que certas necessidades fundamentais sejam satisfeitas pelo grupo. São elas:

Necessidade de inclusão: necessidade que o membro tem em se sentir aceito, integrado e valorizado totalmente pelos outros membros do grupo.

Necessidade de controle: necessidade do membro de se sentir responsável por aquilo que se constitui o grupo, ou seja, que a existência e a dinâmica do grupo não escapem totalmente do seu controle.

Necessidade de afeição: necessidade de ser percebido como insubstituível e ser aceito como pessoa humana, não apenas ser estimado ou respeitado por suas competências e seus recursos.


Várias dinâmicas podem ser realizadas visando trabalhar as competências de liderança e verificar a influência de cada tipo de liderança realizada! Os tipos de liderança serão discutidos em próxima postagem. Até breve =)




sábado, 7 de outubro de 2017

Estratégias de comunicação

Na postagem anterior ficou claro como é difícil comunicar exatamente o que queremos, há diversos obstáculos a serem vencidos.
Como podemos melhorar nosso processo de comunicação e com isso melhorar nosso convívio e/ou trabalho em equipe?

  • Falar na hora certa:
Nem sempre as pessoas estão com abertura para ouvir qualquer assunto a qualquer momento, saber o momento de comunicar é muito importante para não gerar ressentimentos ou bloqueios ou mal entendidos...

  • Saber ouvir:
Tanto emissor quanto receptor estão constantemente comunicando de forma verbal e não verbal e constantemente invertendo seus papeis. Gestos, interjeições e mensagens subliminares verbais carregam muito significado sobre o que estão sentindo.

  • Objetivação de si:
Ao compreender que a imagem que temos de nós mesmos nem sempre corresponde a imagem que o outro vê ou mesmo é aquela que queremos transmitir, aceitar essas diferenças e tentar ser o mais coerente possível ao comunicar ajuda no processo. Levando ao processo de aceitação incondicional de si.

  • Aceitação incondicional do outro:
O receptor é uma pessoa singular, tem seu próprio contexto social e pessoal e isso interfere na forma como interpreta as mensagens, experiencias passadas, nível escolar, regionalismos, tudo pode gerar "erros de interpretação". Portanto o emissor deve aceitar essas características e adequar seu discurso para que diminua os problemas de comunicação.
Eliminando assim preconceitos.

  • Empatia:
Nesse mesmo sentido, se colocar no lugar do outro também gera uma comunicação mais fluida e com menos obstáculos.

  • Feed back:
É importante checar com frequência o que o receptor está entendo da mensagem que se está transmitindo, pedindo para que ele repita ou fazendo perguntas para checar se estão no mesmo plano.

Para exemplificar um vídeo em que todos os problemas poderiam ter sido evitados usando essas estratégias:


Até a próxima!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dificuldades de comunicação


               De forma bem humorada, o video acima mostra que nem sempre a comunicação se dá da forma como esperamos e que mal entendidos podem ser fatais.
               Fatais no sentido de criar ressentimentos ou mesmo perigosos ao paciente se pensarmos na comunicação dentro do setor de saúde, uma orientação que não fique clara pode levar a problemas na terapêutica ou na realização de um procedimento errado.
               A seguir trazemos outros tipos de falhas de comunicação:

  • Bloqueios:
Ocorrem quando o receptor não recebe a mensagem.
Os bloqueios podem ocorrer devido barreiras psicológicas ou zonas de silêncio entre você e seu interlocutor.
Zonas de silêncio são assuntos que não queremos ouvir devido algum trauma, tabu ou que exaltem alguma memória ruim.








  • Filtragens:
Nas filtragens, as mensagem chegam apenas parcialmente. Isso pode gerar diversos mal entendidos. Como quando chegamos no meio de uma conversa, sem saber exatamente o contexto, e acaba-se interpretando de uma forma diferente do que está sendo tratado.
-Meu pai tem oitocentas cabeças de gado! e o seu?
-Meu pais só tem um boi, mas ele tá inteirinho!



  • Ruídos:
Ruídos podem ser devido algum problema no canal de comunicação, mas pode ser decorrente de algum aspecto psicológico ou social do receptor que faz com que interprete as mensagens do emissor de forma equivocada.


Devido a todas essas dificuldades é importante usar com frequência a estratégia de feed back para checar se o receptor está recebendo nossa mensagem e como a está compreendendo e interpretando (falaremos mais sobre isso e sobre outras estratégias de comunicação na postagem seguinte - (estrategias-de-comunicacao)